Fala, Luiz!

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  • Clássico é clássico e vice versa!

    No último domingo (18), Cruzeiro e Atlético-MG protagonizaram mais um capítulo intenso da maior rivalidade de Minas Gerais, pela nona rodada do Campeonato Brasileiro 2025. O confronto, realizado no Mineirão, foi marcado por disputas acirradas, polêmicas de arbitragem e tensão dentro e fora de campo.

    Enquanto o Cruzeiro vivia uma boa sequência na competição, o Atlético buscava embalar uma sequência de vitórias para subir na tabela. O clássico, como sempre, trouxe consigo um clima de provocação entre as torcidas, que esquentaram o duelo desde os dias anteriores ao jogo.

    Provocações e confiança antes da bola rolar

    Nas redes sociais, torcedores do Galo relembravam que o Cruzeiro não vencia o rival no Mineirão pelo Brasileirão desde 2013. Já os cruzeirenses, confiantes pela boa fase e pela posição superior na tabela, ironizavam a oscilação atleticana e o desempenho irregular da equipe comandada por Cuca.

    Cruzeiro aproveita saída de Arana para impor seu ritmo

    Quando a partida teve início, o Cruzeiro tentou tomar conta das ações, empurrando a defesa do Atlético para trás, buscando roubar a bola do rival no campo de ataque — assim como fez contra o Sport na rodada anterior, provocando o erro e castigando o adversário quando podia.

    O Cruzeiro se animou ainda mais com a saída precoce de Guilherme Arana, que sentiu a posterior da coxa direita. Cuca promoveu a entrada de Gabriel Menino no meio-campo, deslocando Rubens para a lateral, o que comprometeu a sustentação defensiva do Galo.

    Essa troca forçada da equipe Alvinegra fez com que o Cruzeiro se beneficiasse da sua principal arma ofensiva montada por Leonardo Jardim até aqui: ataque vertical por dentro.

    Com a saída de Rubens do meio, o Atlético perdeu o principal jogador de combate, que ajudaria na sustentação, junto ao Alan Franco. A equipe celeste aproveitou e criou boas chances no primeiro tempo, as principais com Lucas Silva e Wanderson, que quase fizeram a Raposa inaugurar o placar.

    Polêmicas e equilíbrio no segundo tempo

    Logo no início da segunda etapa, o jogo ficou marcado por dois lances polêmicos. O primeiro foi a não expulsão de Júnior Alonso, que fez falta em Kaio Jorge enquanto já tinha cartão amarelo. O segundo, um lance duplo de possível pênalti, com agarrões sobre Fabrício Bruno e Christian, muito reclamado pelos jogadores do Cruzeiro.

    A arbitragem, comandada por um juiz próximo ao lance, optou por não expulsar Alonso — decisão bastante criticada. Pouco depois, Cuca substituiu o zagueiro paraguaio, reconhecendo o risco de perder o jogador.

    Com o decorrer do jogo, Cuca fez alterações importantes, como as entradas de Patrick e Júnior Santos, que deram mais estabilidade ao time. Por outro lado, o técnico Leonardo Jardim demorou a mexer na estrutura do time e deu apenas 8 minutos de jogo a Gabigol, que não pôde aproveitar o melhor da boa dupla de ataque que ainda estava em campo, Matheus Pereira e Kaio Jorge, que no momento da entrada de Gabriel, estavam visivelmente desgastados.

    Um empate com sabor diferente para cada lado

    O 0 a 0 teve gosto amargo para o Cruzeiro, que foi superior durante boa parte do jogo. Já o Atlético-MG saiu mais satisfeito, por ter suportado a pressão mesmo com desfalques importantes. A torcida celeste sai com a sensação de que, se Jardim tivesse alterado a equipe mais cedo, ou se a arbitragem tivesse sido mais rigorosa com Alonso, o desfecho poderia ter sido diferente.

    Fica evidente que o treinador português ainda reluta em utilizar os reservas, temendo perder a estrutura do time titular. A janela de transferências do meio do ano promete ser decisiva para o elenco e é ansiosamente aguardada pela torcida cabulosa.

    Por fim, no segundo turno, o derby Mineiro promete muitas surpresas. Nos vemos na Arena MRV!

  • Atlético vence o Caracas, mas precisa melhorar finalizações e consistência defensiva

    Na última quinta-feira, o Atlético Mineiro enfrentou o Caracas, da Venezuela, na Arena MRV, pela quinta rodada do Grupo H da Copa Sul-Americana 2025. A equipe alvinegra venceu por 3×1, chegou aos 8 pontos e ocupa a segunda colocação do grupo.

    Primeiro tempo controlado e pressão eficiente

    O Atlético dominou bem o primeiro tempo. A única grande chance do Caracas poderia ter mudado o rumo da partida, mas Everson fez uma ótima defesa. A partir desse lance, o time venezuelano teve dificuldades até para sair jogando, muito por conta da marcação pressão coordenada por Cuello e Júnior Santos.

    Logo depois da defesa, em um cruzamento de Cuello pelo lado esquerdo, o zagueiro Blessing Edet marcou contra, abrindo o placar. Mesmo com mais oportunidades, o Galo esbarrou na baixa precisão nas finalizações, especialmente de Hulk, Rony e Júnior Santos.

    Segundo tempo: VAR polêmico e retomada do controle

    Com apenas três minutos da etapa final, Cuello ampliou após cruzamento de Júnior Santos. O Atlético continuava ofensivo, mas passou a dar espaço na defesa. Pelo lado direito, o Caracas conseguiu um pênalti polêmico — marcado por José Burgos, após longa análise do VAR. Jariel de Santis converteu e diminuiu o placar.

    Com a entrada de Scarpa e Igor Gomes, o Galo voltou a controlar o meio de campo. Em contra-ataque, Scarpa encontrou Rony, que marcou o terceiro gol e selou a vitória. Ainda assim, o Atlético continuou desperdiçando boas chances de gol, principalmente com Rony, Scarpa e Júnior Santos.

    Pontos de melhoria para o Atlético

    Cuello e Hulk são os pilares do ataque

    Cuello vem se destacando como um dos melhores jogadores do time nesta temporada. Suas decisões no ataque estão mais maduras e ele participa diretamente das principais jogadas de perigo. Junto com Hulk, é hoje uma das peças mais confiáveis do elenco.

    Finalizações e poder de decisão precisam evoluir

    Apesar da vitória, o Atlético precisa melhorar sua eficiência ofensiva. O alto número de finalizações desperdiçadas preocupa e pode custar caro em partidas mais difíceis. Cuca precisa trabalhar com o elenco para transformar volume de jogo em gols, se quiser disputar títulos mais à frente.

  • Cruzeiro vence o Palestino e confirma boa fase sob comando de Leonardo Jardim

    Foco, confiança e recuperação: vitória no Mineirão embala sequência invicta

    Embalado pela boa fase, o Cruzeiro venceu o Palestino no Mineirão e chegou ao sexto jogo sem derrota, desde a partida contra o Vasco, pelo Brasileirão.

    Sem chances de classificação em seu grupo na Conmebol Sul-Americana, a equipe celeste enfrentou o Palestino na noite desta quarta-feira, poupando a maioria dos atletas considerados titulares pelo técnico Leonardo Jardim. A partida foi, portanto, uma oportunidade para a recuperação do ritmo de jogo de Jonathan Jesus, William e Gabigol, atletas que devem ganhar mais espaço ao longo da temporada.

    Apesar da boa organização tática, o time ainda demonstrava certa instabilidade. Mesmo com um início de jogo ofensivo, o Cruzeiro sofreu o primeiro gol em uma chegada do time chileno pelo lado esquerdo de ataque, abrindo o placar no Gigante da Pampulha.

    Atitude e reação: Cruzeiro mostra personalidade mesmo em desvantagem

    Com o histórico ruim nesta fase de grupos da Sul-Americana, muitos torcedores temeram pela continuidade da boa fase. Mas a confiança e a atitude presentes nas últimas partidas voltaram a aparecer.

    Durante todo o primeiro tempo, o Cruzeiro pressionou o Palestino, mas teve dificuldade para penetrar na área adversária, recorrendo a chutes de longa distância para tentar empatar o jogo.

    Substituições mudam o jogo e garantem virada celeste

    No segundo tempo, as entradas de Rodriguinho pela direita e Bolasie pela esquerda deram nova dinâmica ao ataque. Combinando bem com o lateral William, Rodriguinho criou espaço, enquanto Bolasie entrou no lugar de Lautaro, que vem tendo atuações apagadas.

    O empate veio com um ótimo cruzamento de William e cabeçada precisa de Bolasie. A virada poderia ter sido ainda mais tranquila após jogada de Kauã Prates, que cruzou para Gabigol ser derrubado na área. Apesar das reclamações, o árbitro Kevin Ortega, após consulta ao VAR, mandou o jogo seguir.

    A vitória foi confirmada com um chute de Gabigol, após tabela com Dinneno, que desviou em um defensor e balançou as redes, garantindo os três pontos e mantendo o bom momento do time antes do clássico contra o Atlético-MG, no domingo (18), pelo Brasileirão.


    Olho na base: jovens talentos ganham espaço com Leonardo Jardim

    Kaique Kenji: agressividade e verticalidade no ataque

    Kaique Kenji, destaque do sub-20 em 2024, vem mostrando personalidade pelo lado esquerdo do ataque. Vertical, ousado e sempre buscando finalizações ou cruzamentos, o jovem tem conquistado espaço no elenco profissional.

    Murilo Rhikman: equilíbrio e inteligência no meio de campo

    Outro nome da base que vem se destacando é Murilo Rhikman, ex-pilar da equipe sub-20 de Luciano Dias. Ganhou sua primeira chance contra o Palestino no Chile e voltou a atuar bem nesta partida. Como segundo volante, demonstra noção de espaço, calma e leitura de jogo, lembrando o estilo de Lucas Silva.

    Kauã Prates: talento precoce e habilidade com as duas pernas

    Com apenas 16 anos, Kauã Prates já se mostra um dos nomes mais promissores da nova geração. Campeão sul-americano com a Seleção Sub-17, ele já soma duas partidas como profissional. Lateral esquerdo com habilidade em ambos os pés, tem impressionado pela maturidade em campo. Segundo Leonardo Jardim, é um dos atletas com maior potencial para se tornar um dos grandes laterais do futebol brasileiro nos próximos anos.

  • Dudu no Atlético-MG: reforço certeiro ou aposta arriscada?

    Desde a saída de Dudu do Cruzeiro, iniciou-se uma especulação sobre qual seria seu próximo destino. Em meio a fontes apontando possíveis clubes, surgiu a possibilidade do Atlético-MG. Muitos duvidaram, mas, com certeza, poucos se surpreenderiam.

    A trajetória polêmica antes do acerto com o Galo

    O atacante já protagonizou uma ida polêmica ao Palmeiras, quando foi noticiado que ele estava quase certo com o Corinthians, mas acabou acertando com o alviverde, principal rival do Timão.

    Sua saída do Palmeiras rumo ao Cruzeiro ocorreu em duas ocasiões. Na primeira, houve uma reviravolta que gerou sentimentos intensos tanto na torcida palmeirense quanto na cruzeirense. O clube celeste chegou a anunciar, no meio de 2024, que havia acertado com o atleta. Dias depois, Dudu voltou atrás e não assinou o contrato — segundo muitos, ele já havia dado sua palavra de que defenderia a camisa do Cruzeiro. A própria presidente do Palmeiras, Leila Pereira, confirmou em entrevista o acordo anunciado pela equipe mineira.

    A saída de Dudu do Cruzeiro e a chegada ao Atlético-MG

    A saída definitiva de Dudu do Cruzeiro começou com uma entrevista do próprio jogador, após ser colocado no banco pelo técnico Leonardo Jardim. Na ocasião, ele afirmou não entender a decisão e disse que, como atleta acostumado a ser titular durante toda a carreira, não se via aceitando a reserva.

    A declaração incomodou o presidente Pedro Lourenço e também o treinador. Dudu passou a treinar separado do elenco principal, o que foi decisivo para a negociação de sua rescisão contratual com o clube.

    Agora, o que realmente importa: quais impactos e benefícios o atacante pode trazer ao Atlético?

    A influência de Cuca e a expectativa da torcida

    Portais como Itatiaia e ESPN informaram que a contratação de Dudu foi um pedido especial do técnico Cuca, com quem foi campeão pelo Palmeiras em 2016. O atacante, inclusive, já revelou a amizade próxima com o treinador.

    Dudu só poderá estrear em julho, pouco antes da parada para o Super Mundial de Clubes. Até lá, segue treinando para manter ritmo e forma física. O torcedor atleticano, certamente, está ansioso por uma resposta em campo, ainda mais após a provocação feita nas redes sociais no anúncio de sua chegada, em tom de alfinetada ao maior rival.

    Onde Dudu se encaixa no esquema do Galo?

    Hoje, um dos principais atacantes do Galo atua justamente pelo lado esquerdo do ataque, posição em que Dudu está mais acostumado e confortável. Cuello vem fazendo uma temporada de destaque, entregando gols, assistências e algo crucial para o futebol atual: comprometimento defensivo.

    Exigências táticas para atuar pelos lados

    Por atuar pelos lados, é fundamental que o jogador contribua na marcação, acompanhando as subidas do lateral adversário e ajudando na marcação pressão, especialmente quando o time marca em linha alta. Isso exige vigor físico, entendimento de jogo e disposição. Desses três requisitos, o maior diferencial de Dudu é o entendimento de jogo — principalmente com a bola nos pés.

    O que Dudu pode agregar tecnicamente?

    Não há dúvidas de que o novo reforço tem muito a oferecer ao Atlético-MG:

    • Excelente no 1×1 e dribles curtos
    • Boa verticalidade e leitura ofensiva
    • Qualidade no passe e tabelas em velocidade
    • Gosta de jogos grandes e assume protagonismo
    • Capacidade de infiltrar e finalizar com precisão

    Mas todo esse talento só aparecerá com empenho, dedicação e vontade. A grande pergunta é: será que ele está disposto a entregar tudo isso, aos 33 anos, com um histórico recente que joga contra e uma carreira já consolidada?

    Uma aposta ousada, mas com potencial

    O Atlético-MG, e principalmente o torcedor, apostam que sim — e têm esperança de ver um jogador que já foi eleito o melhor em atividade no país reencontrar seu mais alto nível no clube.atus de estrela, mas também com desconfiança. A diretoria aposta em sua experiência, qualidade técnica e poder de decisão. Cabe ao jogador mostrar em campo que ainda pode ser protagonista.

  • Leonardo Jardim no Cruzeiro: organização, juventude e os desafios do novo ciclo

    A chegada de Leonardo Jardim ao Cruzeiro marcou um ponto de virada no projeto esportivo do clube. O treinador português, com passagens marcantes por Monaco e Al-Hilal, trouxe ao time celeste uma nova abordagem tática, mais controle de jogo e maior valorização da base. Mas nem tudo são flores: apesar da evolução visível, o elenco ainda enfrenta obstáculos que precisam ser superados.

    Organização e identidade: as marcas de Leonardo Jardim no Cruzeiro

    Desde os primeiros jogos sob o comando de Jardim, foi possível notar uma mudança clara na forma de atuar da equipe. O Cruzeiro passou a apresentar mais compactação entre os setores, organização defensiva e construção ofensiva mais consciente. Mesmo em partidas complicadas, o time mantém uma postura equilibrada — o que era raro em temporadas anteriores.

    Mudança total na postura com e sem bola

    Uma das grandes virtudes do trabalho de Jardim é a recuperação do equilíbrio defensivo da equipe. Além de potencializar Fabrício Bruno como pilar defensivo, ele apostou no Fagner para dar maior consistência pelo lado direito e evoluiu Villalba como zagueiro pela esquerda. Montou um meio-campo coeso entre defesa e ataque, recuperando o alto nível de Lucas Silva e Romero. Além disso, como terceiro homem de meio-campo, pela direita, Christian tem dado apoio aos centrais e ao ataque.

    O português reduziu a insegurança defensiva e trouxe mais verticalidade ao ataque, evidenciando as transições e trazendo à tona a capacidade de Kaio Jorge em atacar espaços no último terço do campo. A equipe não perde a intensidade mesmo quando utiliza jogadores jovens ou escalações alternativas.

    A valorização da base cruzeirense

    Um dos pontos altos da gestão de Jardim é a utilização dos atletas formados na Toca da Raposa. Jogadores como Kauã Prates, Kaique Kenji e Murilo Rhikman têm ganhado minutagem e se mostrado prontos para o futebol profissional. Além de dar mais opções ao elenco, essa aposta fortalece o patrimônio esportivo e financeiro do clube.

    Nomes como Cauan Baptistella e Bruno Alves ganham força em meio a torcida e comissão técnica, por estarem fazendo um ótimo ano no Sub-20, ao comando do treinador Luciano Dias.

    O Cruzeiro, que há anos sofria com a transição de atletas da base para a equipe principal, começa a colher os frutos de um processo mais bem orientado.

    Os desafios do elenco com Leonardo Jardim

    Apesar da evolução, o trabalho de Leonardo Jardim ainda enfrenta obstáculos relevantes no dia a dia do Cruzeiro. Alguns deles estão ligados à limitação técnica do elenco e à dificuldade de adaptação de determinados jogadores à proposta do treinador.

    Falta de regularidade ofensiva

    O time tem criado chances, mas ainda peca no aproveitamento. Em muitos jogos, a finalização tem sido o ponto fraco. Gabigol, por exemplo, apesar do esforço e entrega, ainda busca reencontrar seu melhor ritmo. Dinneno tem pouca minutagem desde que voltou da lesão no LCA, que o deixou fora dos gramados por mais de 9 meses, e Lautaro com visíveis dificuldades técnicas e de entendimento no ataque. Falta ao Cruzeiro um atacante de lado, que possa ser uma dupla consitente com Kaio Jorge, jogador de destaque do ano na equipe celeste.

    Elenco curto e problemas físicos

    Outro desafio é a quantidade limitada de peças com características ideais para a filosofia de Jardim, que gosta de times intensos, com proposta de transições extremamente verticais em direção ao gol. Com um calendário exigente e competições simultâneas, o técnico tem precisado fazer rodízio constantemente. Isso, somado a lesões pontuais e desgaste físico, muitas vezes obriga o treinador a improvisar ou recorrer a jovens ainda em processo de maturação, exemplo de Kauã Prates, reserva direto de Kaike Bruno, que ainda não é também um jogador maduro (22 anos).

    Adaptação a jogos decisivos

    O Cruzeiro ainda precisa evoluir no aspecto emocional e tático em jogos de maior peso, especialmente fora de casa. A eliminação precoce na fase de grupos da Copa Sul-Americana acendeu um alerta. A equipe precisa encontrar alternativas mais eficientes para lidar com adversários que ofereçam maior desafio defensivo. Bom exemplo disto foi a ótima partida frente ao Flamengo, dando esperanças de continuação deste trabalho.


    Conclusão: um novo Cruzeiro em construção

    Leonardo Jardim já deixou sua marca no Cruzeiro. Com pouco tempo de trabalho, conseguiu mudar a forma do time jogar, recuperou a competitividade e devolveu confiança à torcida. Mais do que resultados imediatos, o que se vê hoje é um projeto com potencial de crescimento.

    Ainda há arestas a serem aparadas: o ataque precisa ser mais eficiente, o elenco precisa de reforços pontuais, e os jovens precisam ser trabalhados com cautela. Mas, com Jardim no comando, o Cruzeiro parece, finalmente, ter reencontrado o caminho da evolução.